Sou aquela que cuida do marido, da casa dos filhos e trabalha fora
Sou aquela que resolveu ser "do lar"
Sou aquela que foi chicoteada e vendida como um um animal
Sou aquela que olharam e viram meu corpo como um objeto banal e usaram, maltrataram
Sou aquela que lutou para ter liberdade
Sou aquela que sempre ouviu "não" por ser "frágil demais"
Sou aquela que que aguentava calada os ataques daquele que devia me amar e proteger
Sou aquela que "GRITA" por justiça e direitos iguais
Sou aquela que carregou o Salvador do mundo
Sou aquela que passou fome para alimentar os filhos
Sou aquela que desistiu dos sonhos por que ninguém mais acreditava 
Sou aquela que "você não pode!" e pude!
Sou aquela apedrejada pelos hipócritas
Sou aquela que decidiu não se casar
Sou aquela que decidiu não seguir os padrões da sociedade 

Sou aquela que é tudo, menos frágil




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